Dagon- Já disponível a versão corrigida!

Dagon

Dagon revista-número zero – versão corrigida

Já está disponível a versão final corrigida. Pedimos desculpas pelos erros que foram sendo encontrados. Façam por favor o download desta versão!

Aqui está a Dagon, a nova revista do fantástico. Faz o teu download e não te esqueças de nos dar a tua opinião sobre todos os seus aspecto, seja aqui no correio, no site ou então para o e-mail correiodofantastico@gmail.com

(gendo): O link já está disponível, pedimos desculpa pelo erro e pelo atraso. Abraços.

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42 respostas a Dagon- Já disponível a versão corrigida!

  1. Kath diz:

    Não consigo encontrar a revista para fazer o download. Nem sequer no site.

  2. Pessoal, falta o link!

    Abraço,
    Rogério

  3. Ia perguntar isso mesmo😉 Onde está o link?

  4. Bem, ainda não tive tempo de ler o interior, mas a nível de apresentação, gostei imenso ^^

  5. Já vi a revista, ainda que por alto, mas gostei. Faço no entanto uma pequena observação. Na crítica “Heart-Shaped Box”, podiam ter feito uma pequena referência que o livro tinha sido traduzido entre nós pela Civilização, com o título “Uma Caixa em forma de Coração”.

    Um abraço,

    Rui

  6. pventura diz:

    Excelente! Mais uma vez, muito esforço e dedicação tornaram possível este nascimento. O Roberto e a equipa estão de parabéns!

  7. Acho que aquilo que o Candeias diz é inaceitável. “Onde estão os livros de ficção científica? Onde estão os livros de horror que não sejam escritos pelo David Soares?” Que obsessão é esta com o David Soares? E nem sequer fala do Pedro Ventura e de todos os outros valores emergentes do fantástico nacional. E ainda por cima acusa os editores de preferirem fantasias épicas e infanto-juvenis. Até parece que escreve para o SF Signal, o gajo. Alguém diga a esse senhor pseudo-intelectualóide elitista que não tem de vir dar entrevistas a dizer o que devemos ou não ler!

    (Já que mais ninguém se indigna, tenho de vir para aqui eu.)

    • pventura diz:

      Já que referes o meu nome com tanta facilidade, terei todo o gosto em te conhecer pessoalmente, dar-te um abraço de amizade e pagar-te um copo. Como ( também… ) tradutor ( não de livros ) tenho muita curiosidade em saber como é essa tua actividade.

      Abraço!

  8. gendo diz:

    Finalmente a Dagon viu a luz do dia…

    Sei que o meu contributo foi pequeno mas não foi por opção…

    Tenho pena de não ter tido mais tempo para rever o design gráfico e o layout, há certas coisas que não me agradam… mas se tudo correr bem uma mudança na minha vida pessoal vai-me trazer mais tempo, e vou tentar usar algum desse tempo para tornar o próximo número da Dagon ainda mais agradável no aspecto gráfico…

    Um abraço a todos e em particular ao Roberto… Hail brother!!!!

  9. Joel Puga diz:

    Ainda só tive tempo de dar uma vista de olhos e ler os artigos, mas estou a gostar e parece-me que possui a neutralidade que falta a muitos blogs e publicações do género. Parabéns.

    Caro Luís,

    Não estou aqui para defender o Sr. Candeias, até porque as suas tendências demasiado belicosas me irritam um bocado, mas parece-me que a crítica que fazes ao que ele escreveu é injusta (mesmo percebendo que o que dizes vem em reacção ao meu comentário do que escreveste para o SF Signal). Porque é que ninguém se indignou com o que o Jorge Candeias escreveu? Passo a explicar.

    1º Tudo bem, ele não refere nenhum dos novos escritores de fantasia épica. Mas isto compreende-se pois ele diz que não aprecia o género (e note-se que o faz sem qualquer condescendência e sem emitir qualquer juízo de valor, o que é raro dentro do meio).

    2º Ele acusa os editores de preferirem fantasias épicas e infanto-juvenis. Ora, não é preciso ser um cientista de foguetões para perceber que isto é verdade. O que ele não faz é relegar toda a criação dentro desses sub-géneros para “imitações do Paolini“ ou “Tolkien wanabes” como tu fazes no artigo para o SF Signal (e muito menos implica que algo de intrinsecamente errado nisso, antes pelo contrário).

    3º Que me lembre, é a primeira pessoa dentro dos veteranos do fandom português a defender a legitimidade dos diferentes tipos de leitores, que procuram coisas diferentes naquilo que lêem. O que se costuma ver dos membros mais antigos do fandom e seus protegidos é a defesa de um único tipo de leitor e o relegar de todos os outros para o molho de “ovelhas” e “bárbaros incultos”. Isso transparece nalguns posts que fizeste ao longo dos anos em diversos foruns pela net fora, em diversos posts do blog do Sr. Luís Filipe Silva, no artigo que o Sr. Barreiros escreveu para uma das primeiras bangs e no tríptico que escreveu para algumas das subsequentes (que, já agora, também mostra um fraco contacto com a mente dos jovens actuais e, porque não dizê-lo, com muito do mundo real em geral) e nesta pérola que o Sr. Seixas deixou no seu blog http://spaceshipdown.blogspot.com/2009/07/como-lemos-e-como-somos.html

  10. Álvaro Holstein diz:

    Gostei bastante do aspecto e da forma como está organizada a Dagon. Os meus parabéns.

    Sobre o conteúdo, como ainda estou a ler, pronunciar-me-ei mais tarde.

    Concordo com o que diz o Joel, tendo contudo de afirmar que nem só de Soares vive a fantasia nacional.

    Mais importante que tudo é que apareceu um novo fanzine e isso é tem de ser realçado e saudado. Isto sem que se tenha de abanar sempre a cabeça, pois quem publica fica exposto.

  11. Luís Rodrigues diz:

    Para que conste, não critiquei o Candeias, até porque ele disse exactamente o mesmo que escrevi há tempos. (Nota pessoal: para a próxima, deixar o sarcasmo à porta.)

    “A defender a legitimidade dos diferentes tipos de leitores, que procuram coisas diferentes naquilo que lêem.”

    São frases como esta que não me deixam levar-te a sério, Joel. Se esses leitores procurassem de facto coisas diferentes, já se tinham desmamado das manifestações comerciais do género há muito tempo. Estão no seu direito, é claro, mas essas pessoas de que falas não são nenhuma minoria oprimida: são a generalidade dos leitores, a massa que sem querer leva as editoras a publicar e investir em múltiplas iterações da mesmíssima coisa, sufocando assim o desenvolvimento de um género verdadeiramente plural e variado neste país.

    De resto, pieguices como as do Joel Puga já me começam a inspirar demasiados bocejos. Os gostos da maioria legitimam-se sozinhos, pelos números, e consequentemente pelo dinheiro que movimentam no sentido de autores e editores. Não é caso para dizer que precisem de paladinos e, pessoalmente, não me entrego à (auto)censura só para validar as predileções de quem não concorda comigo.

  12. Luís Rodrigues diz:

    Mais a propósito: Ainda não li toda a Dagon, mas felicito desde já os editores pelo tempo e esforço investidos. No entanto, alerto para a necessidade urgente de revisão, porque já encontrei vários erros de ortografia e, pior, nomes de autores mal escritos (Terry Pratched, etc). Vejam lá isso.

  13. Joel Puga diz:

    “A defender a legitimidade dos diferentes tipos de leitores, que procuram coisas diferentes naquilo que lêem.”

    Só uma nota, eu aqui que as pessoas, sendo diferentes, procuram coisas diferentes umas das outras na leitura. Não que procuram coisas diferentes do comercial. Há muita boa gente que fica mais do que contente em ler mais do mesmo e algumas até sabem o que fazem, é uma escolha consciente.

    E o meu problema, a maior parte das vezes, não são com as opiniões expressas mas sim com a maneira como elas são ditas. Foi isso que eu tentei mostrar lá em cima (o teu sarcasmo não me passou despercebido), pelos vistos sem grande sucesso. O Candeias disse o mesmo que tu, e que muita gente do meio diz nos blogs, coisas com que sempre concordei, até porque basta ter olhos na cara para ver que são verdade, mas com uma atitude mais neutra. O fundamentalismo e fanatismo com que as mesmas ideias são passadas noutro sítio deixam as pessoas automaticamente na defensiva e, parece-me, que esse tipo de atitude só afasta as pessoas dos sub-géneros não comerciais do fantástico, mantendo-os no gueto.

    Que a fantasia comercial não precisa de paladinos, já eu sei, muito obrigado.

  14. Luís Rodrigues diz:

    Bom, reitero a recomendação do meu último comentário, só que com mais urgência. Bem sei que a Dagon é um fanzine, mas não é desculpa para se ser menos profissional. Por exemplo, encontrei este parágrafo apenso ao texto sobre o _Por universos nunca dantes navegados_:

    “Entre os dias 24 de Maio e 15 de Junho estará à venda no stand livreiro da editora Saída de Emergência, na Feira do Livro de Lisboa, que decorre no Parque Eduardo VII. Poderá adquirir aí o livro com desconto.”

    Como perguntou um amigo meu: “E a máquina do tempo, também oferecem?” Não sei sequer a que ano se refere esta Feira do Livro, o que é facto é que se trata de uma indicação francamente desactualizada. Um editor não serve apenas para compilar os textos, malta.

    • igdrasil diz:

      Luís, tens toda a razão. Já está pronta uma versão de correcção a essa e duas outras gralhas que ainda não deve ter reparado. Algumas coisas não correram oelo melhor, mas prometemos no primeiro número uma qualidade bastante acima deste número zero experimental. Já agora qualquer outro aspecto negativo que encontre diga-me por favor.

      Roberto Mendes

  15. Luís Rodrigues diz:

    “E o meu problema, a maior parte das vezes, não são com as opiniões expressas mas sim com a maneira como elas são ditas. Foi isso que eu tentei mostrar lá em cima (o teu sarcasmo não me passou despercebido), pelos vistos sem grande sucesso.”

    Eu sei o que mostraste, e se bem reparaste, eu consignei essa parte do teu comentário à categoria de “pieguices”, que foi uma forma expedita de não perder mais tempo com ela. Mas como insistes, lá terei de te recordar que não estás em posição de controlar a forma como as outras pessoas pensam ou falam.

    Aliás, como bem revela a minha insistência nesses maus hábitos, não me preocupo *nada* que as minhas opiniões afastem as pessoas de certos géneros: a minha opinião não só é uma coisa insignificante, como é externa às obras em questão, obras bem capazes de triunfar por mérito próprio. Só um perfeito idiota incapaz de pensar por si se resolve a detestar um livro por causa da opinião (positiva ou negativa) de terceiros. E perfeitos idiotas não tenho eu medo de “perder”.

    Finalmente, e como já descobri há muito tempo, falar com neutralidade é a melhor forma de deixar as pessoas na mais confortável das indiferenças. Se não tivesse escrito o artigo no SF Signal nos termos em que escrevi, a opinião teria tido a mesma recepção que a do Candeias teve agora (i.e., “meh”), e não teríamos passado vários dias a trocar ideias sobre o estado do género em Portugal. Só por isso valeu a pena, daí que, para grande consternação das massas, não faça quaisquer tenções de parar.

  16. igdrasil diz:

    Luís já agora, pode enviar-me um e-mail para o correiodofantastico@gmail.com com a origem dos erros ortográficos que encontrou? Para que seja apenas necessária uma revisão.

    Roberto

    • Luís Rodrigues diz:

      Infelizmente não tenho estado a tomar nota dos erros. Recordo-me apenas de alguns nomes de autores (“Assimov”, “Pratched”) que estão incorrectos.

  17. O Candeias intervém apenas para fazer lembrar aos esquecidos ou distraídos que essa entrevista não é inédita, e tinha sido publicada há vários meses aqui mesmo no Correio. Quem quiser saber que reações teve, vá ler os comentários.

    Quanto ao resto desta conversa, abstenho-me. A Dagon será lida, aos poucos, e irei dizendo na Lâmpada o que acho à medida que for lendo.

  18. Thanatos diz:

    Opá, continua a gralha na entrevista ao Candeias…

    “Também talez haja pelo meu texto resquícios de outra gente, desde o Barreiros até àqueles que tenho traduzido nos últimos tempos, em especial”

    Não andei a ver mais mas esta salta à vista.😛

  19. Thanatos diz:

    E continua a falta de hifenização. Tem colunas com espaços em branco em demasia. Porque não aplicar a hifenização?

    Ou até acabar com as colunas?😉

  20. Thanatos diz:

    Já agora na página 26: grafa-se fórum e não forúm.

    P.S.: Note-se que estou aqui a apontar as gralhas porque, ao que percebi, querem uma listinha delas.

  21. Thanatos diz:

    “Acordo…o barulho é ensurdecedor, húmido e morno, uma muralha de treva onde ouço”

    “humanidade que nela deveria existir…ou será esta a natureza”

    Mais uma nota. Após reticências usa-se espaço. Os dois exemplos acima são só isso, exemplos porque onde quer que eu tenha dado com reticências dei com a falta do espaço.

    Além disso a fonte usada nos títulos não permite acentuação? Por exemplo no conto A Última Viagem, o título não está acentuado.

  22. Thanatos diz:

    “Obra Publicada pela editora Civilização com o título “Uma Caixa em forma de Coração””

    Porquê o publicada com inicial maiúscula? E já que dão a informação (que salvo erro faltava na versão anterior) podia ser complementada com os dados da edição como por exemplo o ISBN, número de páginas, data de edição e P.V.P.

    Assim como está parece que foi um acrescento de última hora.

  23. Thanatos diz:

    Por fim… não são consistentes no uso de maiúsculas nos títulos. Por exemplo “A Última Viagem” e depois “O último Deus” (note-se que no índice o conto da Carla já surge grafado com maiúscula)

    Há aqui uma clara discriminação entre últimas e últimos.😉

    Pronto, não maço mais. Agora vou ler os textos porque independentemente de grafismos e gralhas e Diabo a Sete o que interessa mesmo ao fim e ao cabo é o conteúdo.

  24. igdrasil diz:

    Obrigado ao Thanatos e a todos dos outros. Deste modo será mais fácil corrigir tudo.

    Quanto à hifenização, a mesma, por algum motivo estranho, não tem o resultado desejado. Toda a revista fica sem formatação quando escolho essa opção. O que acham de o número um não utilizar colunas?

    • Jorge diz:

      Olha, em relação às colunas, e além do que escrevi na Lâmpada, parece-me que depende do “feeling” que vocês queiram dar à Dagon.

      Se pretendem um feeling mais de revista tradicional, se calhar devem manter as colunas; se pretendem algo mais semelhante a revista-literária-em-formato-de-livro, então acho que as colunas devem sair.

      Nota que o motivo por que as revistas tradicionais (e os jornais, também) optam pelo formato de colunas tem a ver com aquilo que eu disse na Lâmpada sobre o tamanho ideal das linhas: como as dimensões são por regra maiores do que as dos livros, as colunas tornam-se necessárias para não se ficar com linhas compridas demais; se o tamanho da revista se reduz para dimensões próximas às dos livros, como na Ficções e na Asimov’s, as colunas tornam-se desnecessárias ou até mesmo prejudiciais.

      No vosso caso, como a ideia é que os PDF sejam lidos no monitor e portanto não têm propriamente dimensões (embora acabem por ter para quem os imprime), estão livres para escolher qualquer das duas opções. Só é preciso que adecuem o tamanho da letra à opção que tomarem.

  25. Thanatos diz:

    Eu por mim as colunas são dispensáveis. Funcionam muito lindamente em publicações e porquê? Porque o tamanho para «brincar» é superior ao A4.

    Em tudo o resto, incluindo edições online, fica impraticável ou perto disso.

    Mas penso que por ou tirar ou alterar o grafismo serão sempre decisões dos editores. Se vão tentar auscultar os leitores então nunca mais se viram para lado algum.

    Vai uma apostinha que ainda aparece aqui alguém a dizer que não senhora, as colunas são muito bonitas e coiso e tal?😉

  26. Joel Puga diz:

    Por falar nisso, Sr. T, eu até gosto das colunas😉 . Acho que o problema na dagon é que as páginas têm margens muito grandes, depois o texto justificado fica estranho, com algumas linhas a terem só três palavras.

    Já li uns parágrafos de cada conto, para ver quais me irão interessar ler, e gostei de ver que os medos que aqui deixei aquando do anúncio da revista se mostraram infundados.

  27. Pois, eu por mim é-me indiferente😛

    Vou ler a Dagon com atenção e depois digo qualquer coisa no meu blog😛

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  29. moreira_tc diz:

    Parabéns!! Amei a revista! posso dar uma dica? na parte onde havia texto, penso que ficaria com melhor aspecto se conseguissem arranjar um fundo, apenas para dar uma ar da graça😉

    Adorei os contos, as críticas e as imagens nem se fala!!
    Foi muito bem estruturada e bem escrita!

    Estão todos de parabéns!

  30. moreira_tc diz:

    Parabéns!! Amei a revista! posso dar uma dica? na parte onde havia texto, penso que ficaria com melhor aspecto se conseguissem arranjar um fundo, apenas para dar uma ar da graça😉

    Adorei os contos, as críticas e as imagens nem se fala!!
    Foi muito bem estruturada e bem escrita!

    Em relação às colunas….bem para mim é indiferante mas penso que como é uma revsta online, ficaria mais prático sem as colunas

    Estão todos de parabéns!

  31. Pingback: NOVA FANTASIA

  32. ritapaias diz:

    Bem, apenas agora tive oportunidade de passar por aqui, depois de uns tempinhos sem acesso à net.
    Antes de mais Parabéns e Boa Sorte para a continuação do projecto.

    Ainda não li mas assim o farei, com a atenção e o respeito que o esforço que foi colocado neste projecto merece.

    Uma vez mais parabéns!

    RFP

  33. Mya diz:

    Descubri o site mesmo agora. É fantástico!
    Parabéns
    Quanto à Dagon ainda não li, mas pela “diagonal” já estou apaixonada.
    Desde logo pelos excelentes trabalhos gráficos que contém.
    Depois, a maior surpresa: no campo da música dois dos meus favoritos: Dream Thetaer e Arjen Lucassen.
    Depois de ler os contos volto cá.

    Mais uma vez…
    Parabéns

    • igdrasil diz:

      Obrigado pela visita. Esperamos que goste da Dagon e que se junte à comunidade que lê o blogue diariamente, apesar de ter estado numa fase de acalmia o correio voltará brevemente aos posts diários.

      Roberto Mendes

  34. Pingback: Goor III – Pedro Ventura « Correio do Fantástico

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