Porque o Fantástico não é só escrita e cinema…

Recordo-me de terem estreado, embora aparentemente tenha durado pouco tempo, uma rubrica de música aqui no blogue. Nesse espírito gostaria hoje de recordar um dos músicos pioneiros na inclusão de elementos fantásticos nas suas letras, na sua estética e na atmosfera das suas melodias: Peter Steele (Carnivore, Type O’ Negative) faleceu anteontem.

Músicas como Love You To Death, Wolf Moon, Black Nº 1, Christian Woman ou Haunted acompanham muito bem qualquer leitura mais vampiresca, fantasmagórica ou licantropa. Para os entusiastas do fantástico mais mitológico aconselho In Praise of Bacchus.

Faleceu na passada quarta-feira, com 48 anos.

Esta entrada foi publicada em música. ligação permanente.

3 respostas a Porque o Fantástico não é só escrita e cinema…

  1. Thanatos diz:

    Não pretendendo desdizer-te a verdade é que elementos de fantástico em líricas já apareciam muito, mas muito antes dos Type O’ Negative ou dos Carnivore. Nem querendo ir para os libretos das óperas de Wagner, relembro que Hawkwind chegaram a contar com a participação de Michael Moorcock nas líricas. Por outro lado temos ainda grupos como King Crimson, Yes, Genesis, Grateful Dead e Pink Floyd, só para nomear alguns. Pioneiro? Longe disso.

  2. À vontade, dos mencionados só conheço Pink Floyd e os álbuns finais (pop) dos Genesis, tenho que pesquisar os restantes.

    É o analfabetismo de uma adolescência mais virada para punk-rock e o metal gótico.

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