Opinião: ‘Batalha’ de David Soares

Batalha
David Soares

Editora: Saída de Emergência
Colecção: Bang!

Sinopse: Em Batalha, David Soares apresenta uma história em que os animais são protagonistas. Passado no início do século XV, Batalha é um romance sombrio, filosófico e comovente, que observa o fenómeno religioso do ponto de vista dos animais e especula sobre o que significa ser-se humano.
Batalha, a ratazana, procura por sentido, numa viagem arrojada que a levará até ao local de construção do Mosteiro de Santa Maria da Vitória, o derradeiro projecto do mestre arquitecto Afonso Domingues. Entre o romance fantástico e a alegoria hermética, Batalha cruza, com sensibilidade e sofisticação, o encantamento das fábulas com o estilo negro do autor.

Opinião: Batalha é, sem dúvida, uma excelente obra literária. Provavelmente das melhores que já li. A minha estreia com David Soares foi através do seu livro de contos ‘Os ossos do arco-íris’, tornando Batalha no primeiro romance que leio do autor.

A obra começa em jeito de fábula, em que um casal de ratos encontra uma cria mal cheirosa abandonada. Decidem então adoptar este pequeno rato que mais parece cocó. Mas rapidamente Batalha, o pequeno rato mal cheiroso, dá conta que é diferente do resto da sua família. Cresce muito mais depressa, tem mais capacidades e muito cedo a lei do mais forte tem que ser aplicada, quando vê a sua família ameaçada por um conjunto de gatos. Quando ele prevalece, a família abandona-o com medo dele, mesmo depois deste os ter protegido.

O autor surpreende-nos com uma sensibilidade que, da minha parte, ainda não lhe era conhecida. Através de Batalha, vivemos os dilemas religiosos humanos, a procura por um sentido ou apenas a confirmação lógica de que o que existe é o que vemos e o que não vemos não é real. Estas duas sentenças marcaram bastante a obra:

“Até hoje, ainda não vi nada com o coração. O meu coração é cego.”

“Porque quando a morte chega, nós já não existimos. A morte não nos pode fazer mal nenhum.”

Porque afinal, o que é que é ver com o coração? Porque é que se tem tanto medo da morte? Batalha é sem dúvida o exemplo do que um ser racional, na sua irracionalidade, pensa sobre a vida e a religião. No entanto, até Batalha acaba por tentar encontrar algum significado para a sua existência e explora um mosteiro cheio de humanos. Lá, encontra o seu arquitecto, cego, sentado debaixo da cúpula, a cumprir a sua promessa de lá ficar três dias. O diálogo entre Batalha e Afonso Domingos é surpreendente, por vezes comovente, mas acaba de uma forma romanticamente trágica.

Oscilando entre uma sensibilidade comovente e uma crueldade aterradora, David Soares presenteou-nos com uma excelente obra, ao seu estilo gótico, com um vocabulário requintado (por vezes exageradamente requintado) e que nos enche as medidas. Gostei bastante e abriu-me o apetite para ler mais obras do autor.

Por Morrighan em: http://branmorrighan.blogspot.com/2012/01/opiniao-batalha-de-david-soares.html
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Opinião: ‘Besta’ (Leviatã #2) de Scott Westerfeld

Besta (Leviatã #2)
Scott Westerfeld

Editora: Vogais

Sinopse: Behemoth é a besta mais feroz da Marinha britânica. Os Darwinistas precisam dele mais do que nunca, agora que estão em guerra declarada com os Clankers.
Alek e Deryn estão juntos a bordo do Leviatã, e esperam conseguir levar a guerra a um impasse. Mas, quando a sua missão de paz falha, percebem que estão sós em território inimigo e que estão a ser perseguidos!

Opinião: A caminho da Turquia, o Leviatã depende agora tanto da tripulação Darwinista como da tripulação Clanker para funcionar. Sem os motores destes últimos, a nave não trabalha em condições. Mas esta situação só veio deixar todos ainda mais desconfortáveis.

Numa guerra em que temos máquinas a vapor contra bestas geneticamente modificadas, a tensão é um factor sempre presente. Scott Westerfeld, o mestre da construção deste mundo fantástico, consegue levar-nos para um mundo onde o inimaginável se torna real. Conspirações, aliados imprevisíveis, segredos que se revelados podem desmoronar mais que uma vida, são alguns dos ingredientes que tornam esta série impossível de largar do princípio ao fim.

Quanto aos protagonistas, esses conquistaram-nos logo no primeiro volume. Neste, eles tornam-se ainda mais especiais e o seu futuro e a forma como se cruzam, torna-se em algo especial que cria uma ansiedade enorme. O segredo de Deryn é cada vez mais difícil de guardar e alguns acontecimentos entre ela e Alek deixam-na um pouco desesperada. Mas parece que só no terceiro volume é que vamos saber como é que estes nossos dois companheiros vão acabar.

Adorei mesmo a forma como o autor montou a acção, as personagens criadas e a imaginação que foi necessária para descrever as batalhas. Sem dúvida que deixou uma enorme vontade de ler o próximo. Gostei Muito.

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Opinião: “Vagas de Fogo” (Crónicas de Allaryia #5) de Filipe Faria

 Vagas de Fogo (Crónicas de Allaryia #5)
Filipe Faria

Editora: Editorial Presença
Colecção: Via Láctea #51

Sinopse: As Crónicas de Allaryia são já um clássico da high fantasy portuguesa, aproximando-se, com este quinto volume, do furioso clímax da odisseia iniciada cinco anos atrás. Neste novo capítulo das Crónicas de Allaryia, os companheiros que deram início a uma quase ingénua demanda n’ A Manopla de Karasthan estão separados, perdidos, desesperançados. Embora poucos o saibam, a esperança reside em Aewyre Thoryn, mas cada um dos companheiros terá um papel a desempenhar no vindouro conflito. Privados do poder da sua união, vêem-se confrontados com a iminente imersão de Allaryia nas trevas que todos já julgavam desbaratadas. Porém, Seltor, o precursor destas, aprendeu com os erros do passado e os seus propósitos não aparentam de todo ser o que dele se espera…

Opinião: Separados, perdidos, sem rumo… É como se sentem os nossos companheiros desta longa demanda. A cada volume parece que encontram cada vez mais dificuldades, tudo parece mais sombrio e a esperança é cada vez menor. Mas é o futuro de Allaryia que está em risco e eles não vão desistir tão facilmente, nem que seja por aqueles que amam.

Vagas de Fogo é um livro extenso em que muito se passa e se desenvolve. Seltor está cada vez mais forte e persegue todos aqueles que lhe poderão fazer frente começando pelos deuses. Até o pilar começa a ficar infectado… Quando damos conta o Anátema tem tentáculos por todo o lado!

Um dos focos deste livro é Quenestil. O shura passa por momentos bastante atribulados com o seu eu interior. A sua missão em proteger os ehlan está cada vez mais difícil e o povo que os abrigou nesta parte da história, traz-lhe ainda em que pensar pois estão em eminência de guerra com Tanarch. Quenestil vê-se então numa situação em que tem que superar os seus próprios demónios e acaba por criar um sentimento de compaixão em nós bastante grande.

Também Alumno enfrenta grandes desafios aos seus ideais e já não sabe se até no seu mestre Zoryan pode confiar. A princesa e o thuragar encontram-se presos no castelo de Aereth e o nosso guerreiro Aewyre nem imagina o que se passa no seu reino.

Poderia caracterizar ‘Vagas de Fogo’ como o livro do caos nesta saga, pelo menos até agora. São lutas atrás de lutas, destruição atrás de destruição e fica quase impossível imaginar uma luz ao fundo do túnel.

A escrita do autor mantém-se característica. Nota-se alguma evolução desde o primeiro volume, mas penso que continua a pecar um pouco nos ‘tempos mortos’ que houve principalmente a meio do livro. Sendo um livro bastante denso, com quase 600 páginas, e toda aquela acção que houve no final e que me fez acelerar a circulação do sangue fez um pouco de falta noutras partes para a leitura não morrer.
Faltando apenas dois volumes para o final das Crónicas de Allaryia confesso que estou bastante curiosa por saber como é que o autor lidou com todos os ‘destinos’. Gostei.

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Jornal Conto Fantástico para Download!

O Jornal Conto Fantástico voltou…

Conto Fantástico n.º 1 e n.º2

Foi no dia 21 de Julho de 2010 que chegou às mãos dos leitores o Jornal “Conto Fantástico”, com organização minha e edição da Antagonista Editora.

Falhámos nas intenções de conseguir publicar um novo número a cada mês, apesar de termos concluído o terceiro e o quarto número do Jornal. Uma das razões, certamente a principal, está em estreita conexão com a dificuldade financeira que assolou todo o país e à qual a Editora não conseguiu escapar impune.

Mas hoje abre-se um novo ciclo para o Jornal “Conto Fantástico”. Não terá, por enquanto, nova vida em papel, mas será disponibilizado de forma gratuita aqui no Correio do Fantástico. Continuarei ao leme deste projecto, sempre com o apoio da Antagonista Editora!

Gosto de pensar nesta publicação como uma montra para as vozes nacionais. Quero que estas vozes cheguem mais longe, que sejam lidos e apreciados por mais leitores! É por isso que disponibilizo agora os primeiros dois números e que vos informo que pretendo disponibilizar novos números com regularidade, apesar de por agora ser um e-zine “saí quando saí”!

 Peço-vos : leiam, critiquem, divulguem! Levem os nossos autores mais longe!

Estão, desta forma, novamente abertas as submissões para o “Conto Fantástico”.

Pretendemos contos de ficção especulativa, com um limite de 10 páginas A4, entregues em formato word com font Arial 11, espaço simples. Enviem os contos para o e-mail correiodofantastico@gmail.com com o assunto: submissão Jornal Conto Fantástico

Informo ainda que as submissões estão também abertas para os autores Brasileiros.

Podem fazer o download do ficheiro aqui:

Conto Fantástico n.º 1 e n.º2

ps: Disponibilizamos a versão que enviámos para a gráfica, com as margens de corte, com miolo a preto e branco e com as capas e publicidades originais.

 

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O Messias de Duna

Doze anos depois do início da Jihad, Paul Atreides, Usul, Muhad’Dib é o Imperador mais poderoso de sempre.
Depois de não ter conseguido impedir a Jihad que o atormentou, espera agora que consiga evitar o caos sob o seu nome.
Vemos neste segundo capítulo da série Dune ser abordado um tema frágil como o da ligação Estado-Igreja e o quão frágil pode ser esse modo de governo. Por entre mentiras e intrigas palacianas, Paul vê-se com o problema da sucessão do trono. Chani não conseguia engravidar e ele recusa-se a deitar-se com Irulan o que, aparentemente, deita por terra os planos da escola Bene-Gesserit.
Perdido no meio de antigas crenças e aquilo que um povo espera de um Deus, Paul embarca num plano complexo que o levará a desmascarar aqueles que estão por trás do regresso de Duncan e das inúmeras traições que têm como objectivo, não a morte do Kwisatz-Haderach mas sim a queda da casa Atreides.
Podemos ver agora uma Alia mais madura, já mulher e também mais perigosa já que partilha dos dons do seu irmão mais velho.
Neste segundo capítulo de um dos clássicos da ficção científica, Herbert mostra-nos mais uma vez uma cultura de raiz iraniana bem trabalhada e que nos leva a um emocionante final que, repleto de simbolismo, não deixa ninguém indiferente.

Sinopse: Doze anos depois dos eventos descritos em Duna, Paul Atreides governa como Imperador do Universo, tendo dado início a uma Jihad galáctica ao aceitar o papel de Mahdi do povo Fremen. Paul é o mais poderoso Imperador de sempre, mas é incapaz de travar a sangrenta Jihad que já ceifou as vidas de milhões de pessoas e destruiu mundos. Com a sua visão presciente, Paul vê a Jihad a alastrar-se, mas não pode travá-la face às terríveis alternativas que se podem seguir. Motivado por este conhecimento, decide seguir um plano complexo e perigoso que pode evitar a extinção da Humanidade, uma visão que o atormenta dia e noite. O que Paul desconhece é que muitos velhos inimigos se reúnem à sombra do Império, preparando uma conspiração para derrubar a Casa Atreides do trono. Mais do que um mero assassinato, preparam-se para fragilizar o Kwisatz-Haderach… Conseguirá Paul estar à altura dos desafios do seu papel como Imperador e evitar os perigos que o rodeiam?

Título: O Messias de Duna
Título Original: Dune Messiah
Autor: Frank Herbert
Chancela: Saída de Emergência / 2011
ISBN: 9789896373733
Núm. páginas: 288

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Opinião: Wicked lovely – Amores Rebeldes

A literatura fantástica está na moda. Já não é vista como sendo apenas para crianças e já muitos perderam a vergonha de andar com livros deste género nas mãos.
Entre vampiros, lobisomens, feiticeiros e anjos existe também espaço para as fadas.
Quando se pensa nestes seres, uma das primeiras imagens que nos vem à cabeça, é talvez a Sininho da Disney.
Wicked lovely – Amores Rebeldes é o primeiro de uma série de livros sobre fadas. Apesar de nos serem apresentados vários tipos, a história gira em torno das fadas de Verão.
Melissa Marr apresenta-nos Aislinn, uma jovem que vive com a sua avó e vive sob três regras que jamais pode quebrar. 3) Não olhar para fadas invisíveis; 2) Não falar com fadas invisíveis e 1) Nunca chamar a atenção delas.
Apesar do seu esforço em passar despercebida, Aislinn acaba por ser perseguida pelas fadas invisíveis e como se não bastasse Keenan agora tenta seduzi-la.
Resumindo: é uma história de fantasia urbana cuja escrita é fluída, simples de ler e boa para passar umas horas a relaxar. É um texto mais virado para leitores jovens e por essa razão um leitor mais maduro pode ter dificuldade em relacionar-se devido à imaturidade da personagem principal e enredo pouco activo. Um ponto a favor nesta história é a descrição pormenorizada dos costumes desta espécie de fadas que a autora usa.
Em Portugal a tradução está a ser feita pela Saída de Emergência.

Sinopse: Quando as regras secretas que sempre a tinham protegido deixam de funcionar, de repente está tudo em risco: a sua liberdade; o seu melhor amigo, Seth; a sua vida; tudo. Intrigas sobrenaturais, amores mortais, e confrontos entre reis antigos e expectativas modernas cruzam-se no enredo deste espantoso conto de fadas que Melissa Marr imaginou para o século vinte e um.

Título: Wicked lovely – Amores Rebeldes
Título ogirinal – Wicked lovely
Autora: Melissa Marr
Chancela: Saida de Emergência / 2010
ISBN: 9789896372583
Núm. páginas: 288

Outros títulos já publicados:
Wicked Lovely – Tatuagem
Wicked Lovely – Frágil Eternidade

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João Rogaciano na antologia “2013 Ano Um”

É com muito prazer que vos anúncio que o autor Português João Rogaciano (publicado no n.º 1 do Jornal Conto Fantástico) foi um dos  escolhidos para integrar a antologia Brasileira de contos pós-apocalípticos “2013 – Ano Um”.

Os meus parabéns ao João!

Vou esperar com curiosidade que a antologia seja publicada para poder ler o seu conto!

Fica o link: http://www.editoraornitorrinco.com.br/2013/sinopse.html e a sinopse:

Séculos atrás, os maias previram que o mundo chegaria a um fim catastrófico, após passar por cinco ciclos de existência. Com seus vastos conhecimentos de astronomia, concluíram que raros alinhamentos estelares, associados às posições do Sol e da Terra, trariam a destruição do mundo como o conhecemos.

A destruição prevista pelos maias viria através do Sol. A estrela, que antes proporcionava condições para a vida na Terra, passaria a emanar cada vez mais energia, fazendo com que a vida na Terra tivesse um fim trágico.

O calendário maia indica uma data exata para essa destruição: 21 de dezembro de 2012.

Somam-se à profecia inúmeras crenças, previsões científicas e místicas, assim como fatos que são conhecidos de todos. O Sol atingirá, entre 2012 e 2013, o nível mais alto de emissões energéticas dos últimos anos. Diversas organizações internacionais afirmam constantemente que o degelo das calotas polares é irreversível. As agências espaciais reafirmam que não existe tecnologia capaz de impedir a colisão de um asteróide com a Terra. O aquecimento global tende a aumentar de maneira descontrolada. A escassez de alimentos é uma ameaça constante. Catástrofes naturais são cada vez mais comuns.

Seja qual for a causa, muitos acreditam que a civilização humana, ou até mesmo o mundo que a abriga, está com os dias contados. Muito já se escreveu e falou sobre as catástrofes e destruições que estão por vir. De um modo ou de outro, o mundo sempre acaba. Como o próprio ciclo da vida, tudo tem um fim. Mas também tem um recomeço. Não queremos saber do fim, sim desse recomeço.
E se o mundo acabar? E se os maias estiverem certos? E se você sobreviveu? O que fazer nessa situação?

Chegou a hora de repensar tudo isso e preparar o mundo para o que virá depois do fim. Como acabou não é importante. O que importa é que acabou, e agora?

O desafio proposto aos autores dessa antologia é escrever não sobre o fim do mundo, mas sim sobre o recomeço de uma nova era, e quem sabe até avançar no futuro para nos dizer o que acontecerá a partir de 2013.

Esse ano terá a singularidade de marcar a raça humana e como ela será marcada depende de você.

Em uma iniciativa da Editora Ornitorrinco em parceria com a Editora Literata pedimos aos autores que embarquem nessa viagem e vislumbrem um futuro que foi previsto há milhares de anos. De um retorno à Idade da Pedra ao Cyberpunk; da esperança ao desespero; do término ao recomeço. Vale tudo, só basta ousar!

Selecionaremos autores que se juntarão aos convidados para nos contar como será o pós-apocalipse.

Roberto Mendes

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“CASTINGS” CORREIO DO FANTÁSTICO

Para revitalizar o nosso “Correio do Fantástico” estamos à procura de novos colaboradores. Estamos especialmente interessados em receber contactos de pessoas com disponibilidade para escrever resenhas a livros de Literatura Fantástica e novidades sobre o universo das artes no fantástico.

Estás interessado/a? Então envia e-mail para o correiodofantastico@gmail.com com um pequeno texto de apresentação e diz-nos porque poderás ser uma mais valia neste nosso cantinho!

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Contos Fantásticos – O Erro dos Kaan

Fui informado hoje que tinha sido escolhido para publicar na página principal do site Brasileiro Ficção Científica e Fantástico  “Contos Fantásticos”.

Segue o link para quem estiver interessado e a sinopse escrita pelo editor do site: http://www.contosfantasticos.com.br/

Um jovem da raça dos Kaan quer um humano com um implante especial para saber jogar xadrez, além de ser versado nos temas de higiene, da protecção, da história da raça superior dos Kaan e, mais importante que tudo, deve ser injetado com o inibidor de pensamentos. Ele não deve pensar e decidir, deve apenas obedecer! Esta é a relação subserviente dos seres humanos no mundo dos Kaan. Conto de estreia do advogado Roberto Mendes, criador e editor do site Correio Fantástico, aqui no CF. Texto breve de FC e Fantasia que vale conferir.

POST SCRIPTUM COM SPOILERS:  

Para os que já leram algo meu, foge dos temas que abordo normalmente e envereda por uma Ficção Científica de ideias. A história serve de ponte para abordar o tema da amizade e da comunicação entre os pares. Uso três tipos de narradores durante o conto, contanto a primeira cena da perspectiva do Kaan, que se desloca com a sua mãe ao “Humanociclio” para comprar o seu primeiro humano/escravo pessoal, contando a segunda cena da perspectiva do humano, que se encontra enjaulado e que assiste à chegada dos Kaan e a todo o processo da compra. Desta forma pretendo dar a conhecer ao leitor as perspectivas e os sentimentos diferentes que a mesma situação pode provocar, fazendo um paralelismo com a nossa própria condição de relação entre humanos. Por vezes, quando falamos ou experienciamos algo com outra pessoa, podemos interpretar todas as situações experienciadas de forma completamente distinta e acabamos por parecer estar em contacto com uma qualquer raça alienigena.
 
O último narrador conta-nos o desenlace que a amizade entre estes dois seres, apaixonados pelo Xadrez, tem no Universo da história. Primeiro a amizade traz a morte, depois traz a revolta! Com esta última parte do conto pretendo abordar o tema da amizade, que para mim é o único sentimento livre de impurezas no nosso mundo humano. Mesmo quando o pior acontece e a amizade causa a morte, ela causará sempre algo de bom e de superior no fim. Tal como acontece nesta história.
 
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Gaitzetsi – Uma Antologia Invulgar!

Gaitzetsi – Uma antologia Invulgar!

Um grupo de independentes decidiu promover o Concurso de Contos de Ficção Científica – rejeitados do Concurso de Contos de Ficção Científica Fantasporto 2012, tendo em conta que foram mais de cem autores, de quatro países, espalhados por três continentes que submeteram os seus trabalhos, e pelo facto de apenas seis deles irem ver os mesmos publicados, concluímos que seria um prejuízo maior o desaproveitamento de noventa e quatro trabalhos, trabalhos esses, um bom número deles pelo menos que em mais que um local foram considerados de qualidade acima da média, pelo que se pretende assim resgatar os melhores do anonimato (…)

Começa assim o texto de divulgação de uma iniciativa invulgar encabeçada por Álvaro de Sousa Holstein. A antologia publicará obras que foram rejeitadas pelos responsáveis editoriais do “Concurso de Contos de Ficção Científica Fantasporto 2012″, desde que as mesmas apresentem um nível de qualidade suficiente para a publicação.

O objectivo será, pelo que percebo do regulamento que pode ser lido aqui, aproveitar ao máximo os trabalhos que foram realizados e enviados para o concurso referido acima, não os deixando cair na escuridão!

A minha experiência nestas andanças diz-me que esta antologia poderá vir a desencadear quezílias entre projectos e responsáveis editoriais, contudo penso que quem sai a ganhar são os autores, que terão direito a uma segunda opinião sobre os seus textos e a uma segunda hipótese de publicação. Agrada-me este projecto porque 64 contos deixados nas gavetas fazem-me alguma comichão. Também o deve fazer aos autores pois pelo que se pode ler no site oficial desta antologia os textos já começaram a ser entregues.

Para mim, é um projecto a acompanhar!

Fica o link:

http://gaitzetsi.blogspot.com/

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Opinião: ‘A Guerra dos Tronos’ (As Crónicas de Gelo e Fogo #1) de George R.R. Martin

A Guerra dos Tronos (As Crónicas de Gelo e Fogo #1)
George R.R. Martin

Editora: Saída de Emergência
Colecção: Bang!

Sinopse: Quando Eddard Stark, lorde do castelo de Winterfell, recebe a visita do velho amigo, o rei Robert Baratheon, está longe de adivinhar que a sua vida, e a da sua família, está prestes a entrar numa espiral de tragédia, conspiração e morte. Durante a estadia, o rei convida Eddard a mudar-se para a corte e a assumir a prestigiada posição de Mão do Rei. Este aceita, mas apenas porque desconfia que o anterior detentor desse título foi envenenado pela própria rainha: uma cruel manipuladora do clã Lannister. Assim, perto do rei, Eddard tem esperança de o proteger da rainha. Mas ter os Lannister como inimigos é fatal: a ambição dessa família não tem limites e o rei corre um perigo muito maior do que Eddard temia! Sozinho na corte, Eddard também se apercebe que a sua vida nada vale. E até a sua família, longe no norte, pode estar em perigo.

Uma galeria de personagens brilhantes dá vida a esta saga. Entre eles estão o anão Tyrion, a ovelha negra do clã Lannister; John Snow, um bastardo de Eddard Stark que, ao ser rejeitado pela madrasta, decide juntar-se à Patrulha da Noite, uma legião encarregue de guardar uma imensa muralha de gelo a norte, para lá da qual cresce uma assustadora ameaça sobrenatural ao reino. E ainda a princesa Daenerys Targaryen, da dinastia que reinou antes de Robert Baratheon, que pretende ressuscitar os dragões do passado e, com eles, recuperar o trono, custe o que custar.

Opinião: A Guerra dos Tronos veio parar à minha estante há mais de ano e meio, mas só agora, finalmente, é que peguei nele e muito resumidamente o que tenho a dizer é que já não era sem tempo! Já tinha lido ‘Sonho Febril’ de George R. R. Martin, um romance vampírico, mas sem dúvida que ‘As Crónicas de Gelo e Fogo’ são um trabalho sublime de qualidade e coerência raras.

Cada capítulo do livro foca-se numa personagem de cada vez, mas só em personagens da casa Stark. Assim, em cada capítulo vamos seguindo os passos de Ned (Eddard Stark) e a sua família. De todas as personagens que foram apresentadas, adorei Arya, Bran, mas principalmente John Snow, o bastardo. Outra família que nos é apresentada com bastante pormenor é a Lannister. E nesta, conseguimos odiar todos, ficando a duvidar um pouco do irmão da rainha Tyrion, o anão.

Quando Eddard é convidado para ser a Mão do rei, o ambiente da corte está sombrio. Dias antes da chegada do rei a Winterfell, uma carta chega a Ned com a semente da dúvida sobre a morte da antiga Mão. Desconfia-se que tenha sido assassinado pelos Lannister! Assim, Ned aceita com alguma relutância, mas só porque Robert sempre foi como família para ele. No entanto é a sua família que começa a ficar cada vez mais dividida. John parte para a Patrulha da Noite, Bran sofre uma terrível queda (em que as condições em que tal ocorreu permanecem desconhecidas por todos), Robb tem que se tornar rapidamente num Lord, e Arya e Sansa têm que partir para a corte com o pai.

Sem dúvida que George R. R. Martin foi um autêntico mestre na construção do universo e das personagens. São tantas personagens, reinos, terras, lords, reis, herdeiros, bastardos, etc., que ao início parecia que ia ser fácil perder o fio à meada. Pois estava enganada. Tirando os primeiros dois ou três capítulos em que tive que me ambientar ao formato da escrita do autor, tornou-se sempre tudo bastante fácil de seguir.

Sem dúvida uma obra muito boa e uma saga que promete ser das melhores que já li, senão das melhores que existem. Muito muito bom!

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Trilogia Nocturnos de Rafael Loureiro

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Cartaz do Fórum Fantástico 2011

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Ah…FC , FC…

Que delícia esta notícia de uma criança robô nomeada para carregar a tocha olímpica! Veja mais aqui!

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Sangue-do-Coração

Acabei de ler Sangue-do-Coração – o meu primeiro livro de Juliet Marillier. 

A primeira questão que me surge é: 

Por que razão levei tanto tempo a pegar num livro desta autora fantástica?

Muitos apontam Juliet Marillier como a sucessora de Marion Zimmer Bradley. Apesar dessa colagem/rotulagem, para mim, não fazer sentido, quanto mais não seja porque Bradley terá sempre um lugar especial nas minhas estantes, consigo compreendê-lo.

No entanto, acredito que ler um livro de um autor não me faz especialista – se é que alguém o pode ser; pelo que não irei alongar-se sobre isso, dizendo, ainda assim, que é notória a influência de Zimmer Bradley, principalmente, na hegemonia dada às mulheres. E sobre isso haveria muito para dizer, mas não será aqui.

Comecemos pelo título: Sangue-do-coração, para além do nome de uma erva rara que existe no jardim de Whistling Tor– onde se passa a acção -, usada pelos escribas – como a personagem principal – para fazer tinta, é uma maravilhosa metáfora para história que nos é contada, em todas as suas dimensões. É raro encontrarmos uma consistência semelhante entre os títulos e as narrativas – embora, acredito, que sempre assim devesse ser.

Caitrin, é a personagem principal. Escriba de profissão – algo pouco usual para a época -, aprendera o ofício com o pai – que, entretanto, falecera; frágil e cheia de medos, surge-nos a meio de uma jornada, praticamente abandonada nos campos, com a noite a aproximar-se. Um cenário pouco provável para semelhante personagem e que nos deixa de imediato interessados.

Em pouco tempo nos apercebemos que Caitrin fora atirada para a vida por circunstâncias nefastas e que tentava, a todo o custo, sobreviver.

A Jornada leva-a a Whistling Tor, uma terra amaldiçoada, subjugada pelo medo: estranhas coisas se passam por lá…

O mal de se falar de uma história que se adorou é que temos tendência a contá-la. Por isso, calo-me. Quero que todos a leiam. Não irei falar mais sobre a história. Aliás será difícil fazer um melhor comentário do que aquele que consta da capa:

«Nas mãos capazes de Marillier, este é um mistério sobrenatural poderoso e um romance que nos deslumbra.», Booklist

O medo e o mistério transpiram em cada excerto, um passado negro e assombroso espreita em cada virada de página; as consequências dos erros do passado pesam sobre todos os personagens do livro, mas a esperança e a fé brilham sobre toda a história, como um sol.

Foi um livro que não descansei enquanto não o terminei; mas quando cheguei ao fim tive pena de tê-lo acabado.

Juliet Marillier acabou de ganhar uma estante na minha casa.

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Prémios e nomeações para conto presente na Dagon 2: “Arvies”!

O Conto de Adam-Troy Castro, “Arvies”, publicado originalmente na revista on-line “Lightspeed” em Agosto de 2010  e que será o conto de abertura da Dagon n.º 2, como anunciado aqui, tem estado em grande nos últimos tempos. Vencedor do “Million Writers Awards Winner” e finalista dos “Nebula”, tem também presença assegurada na Antologia The Year’s Best Science Fiction & Fantasy: 2011 Edition edited by Rich Horton !

Para mim é o melhor conto de 2010!

Resta dar-lhe vida nas páginas da Dagon e agradecer ao autor a disponibilidade e as grandes ajudas que tem dado ao projecto desde Setembro do ano passado!

 

 

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“Leviatã” recomendado pela FNAC Colombo

Na Fnac Colombo, o vendedor João Calças aconselha Leviatã, o novo livro de Scott Westerfeld:

A Primeira Guerra Mundial é o pano de fundo, no entanto os meandros da História foram “ligeiramente” modificados…

Vais viajar num zepelim em forma de baleia e combater criaturas geneticamente modificadas, especialmente concebidas para o combate.

Estás pronto para esta viagem a um passado improvável?110904 fnac colombo (2)

 

Mais aqui!

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“1001 MUNDOS” NA ASA

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Chegou a altura da 1001 Mundos mudar. Nascemos na Gailivro e com ela crescemos e nos tornámos uma marca de referência na literatura Fantástica. Devemos muito à Gailivro que nos ajudou a chegar onde estamos hoje, mas tudo muda, e a 1001 Mundos precisa de continuar o seu percurso. Assim sendo e dentro da grande família que é a Leya encontrámos guarida na ASA onde fomos acolhidos de braços abertos e onde, acreditamos, vamos continuar a crescer e, com a ajuda de uma marca com a força da ASA, aumentar o nosso potencial para vos continuar a trazer, cada vez mais, O melhor da fantasia à velocidade da leitura mais vibrante! A partir de Setembro vão encontrar todos as novidades e reedições da 1001 Mundos já com a chancela ASA nas vossas livrarias de eleição. A equipa, essa, é a mesma!

Boas leituras

 TEXTO DO BLOGUE 1001 MUNDOS

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A ÙLTIMA TRANSMISSÃO HUMANA

Falei-vos aqui – há já bastante tempo até – sobre o projecto original levado a cabo por Miguel – Aka Haiden – e prometi voltar. O prometido é devido, como tão bem o diz Rui Veloso, e cá estou. FLI, é como se intitula o projecto, e é um acrónimo para Filme Literário Interactivo. Convém aqui recuperar a definição de FLI, dada, então, naquele primeiro artigo: «FLI, um conceito do próprio autor – Haiden – significa Filme Literário Interactivo, e é exactamente disso que se trata. De um Filme, que não usa Fita, de um Livro que não usa papel, e é interactivo porque podemos interagir com a obra – conforme veremos mais adiante. Na realidade, falar do conceito não será suficiente. Aquela máxima filosófica «O conceito de cão não morde» aplica-se inteiramente aqui. O conceito de FLI não será suficientemente esclarecedor, FLI é um conceito que apenas fará sentido quando experimentado.» Desenganem-se, portanto, aqueles que pensam que se trata apenas de mais um blog, porque assim não é. O resultado da experiência é tanto mais positivo consoante se esteja disponível para absorver a totalidade das vertentes oferecidas; aliás, o sucesso do projecto depende disso e a originalidade também. A Última Transmissão Humana deve ser vista num quarto escuro – como no cinema -, com o som no máximo, com tempo e um pacote de pipocas. Esta minha introdução é, ao mesmo tempo, uma advertência. Nos tempos rápidos que correm, tendemos a olhar para os blogs como um artigo de consumo rápido – como se fossem Fast Food informático -, algo por onde passamos os olhos num instante e só se virmos algo diferente é que nos demoramos. Para quem for em busca de A Última Transmissão Humana  com este espírito, uma palavra de aviso: não vão. Têm de reservar tempo para ele, porque A Última Transmissão Humana é também um livro, é também um Concerto, uma exposição fotográfica; é uma experiência multimédia Fantástica que só poderá ser admirada por quem a apreciar – e apreciar implica dedicação de tempo. Não é à toa que ficou entre os finalistas do Prémio Zon Criatividade Multimédia em 2009 Cada texto está escrito num ritmo alucinante, numa cadência ritmada enriquecida com cores e destaques que apelam ao nosso subconsciente, despertando em nós emoções e reacções (leitura dinâmica através da psicologia das cores); existe uma relação intrínseca – embora nem sempre evidente – entre os poemas escolhidos – que funcionam como os verdadeiros planos artísticos da história, e apresentam-se sob a forma de visões proféticas, contactos da personagem principal com a divindade, premonições – e os textos da história; bem como entre as fotos – dos maiores fotógrafos a nível nacional – e tudo o resto; e a banda sonora – tocada ininterruptamente por um I-Pod Digital – é excepcional. Se já na altura – na primeira vez que visitei este site e falei sobre ele – A Ultima Transmissão Humana era um projecto multimédia monstruoso, ele cresceu para algo de proporções épicas. O autor continua a dinamizar o espaço e, com isso, a fazer evoluir o conceito FLI. Existe a possibilidade dos leitores lhe transmitirem as reacções que tiveram em determinado texto, e a oportunidade de partilhar os textos nas diversas redes sociais. Além disso, o autor, sugere-nos a música que deve acompanhar a leitura de determinado capitulo, potenciando desta forma a experiência que cada um de nós deve obter. Há mais. Temos uma videoteca – com os trailers disponíveis – e uma secção dedicada a videojogos – os últimos recomendados – sempre no âmbito e temática de A Última Transmissão Humana, em que um click nos levará para os site oficial. E no mesmo âmbito, temos outras ofertas/conselhos: álbuns musicais, enzines gratuitas sobre literatura fantástica, artigos sobre a UTH e um dicionário On-line para que se consulte as palavras que não se conhece. Aos poucos o FLI vai assemelhando-se a um Media Center com a vantagem de nos contar uma história. E a história? A história, apesar de surgir – no início – mais ou menos colada ao enredo do DOOM, apresenta uma evolução bastante interessante; e teve, até ao momento, um volte-face mirabolante que – curiosamente – coloca os leitores a K.O. no preciso momento em que personagem se salva de uma situação periclitante; e é este evento que descola totalmente o projecto da sombra do DOOM. Até à data o enredo não apresenta incoerências; o que é de louvar, principalmente porque os capítulos vão surgindo após a publicação dos anteriores, ao jeito de uma série televisiva. E o tema é bastante actual. O único senão é a baixa produtividade de textos. Temos de esperar muito tempo por novos desenvolvimentos – para minha pena. Mas penso que isso é inerente a todos nós que escrevemos por gosto, mas temos de trabalhar noutras coisas para ganhar a vida. Vão ver, vão ler, vão ouvir, vão assistir… Vão, porque não será em vão. Termino, cintando o autor: Esta é a minha história, Este é o meu destino, Esta é a minha Última Transmissão Humana

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Caçador de Trolls

Programa fantástico para esta semana:

De uma parceria do Museu da Marioneta com o MotelX nasce uma iniciativa ligada ao fantástico que preencherá as tardes desta semana. O “Caçador de Trolls” passará no museu, das 14 às 17 horas durante toda a semana. Para aqueles que dispuserem de um horário de trabalho simpático ou para os que estão de férias, poderá valer a pena!  

Sinopse

Esqueçam os vampiros e lobisomens, chegou um filme com novas personagens de cortar a respiração: os TROLLS! Nesta oficina de terror convidamos os mais destemidos a entrar no universo sobrenatural dos trolls. Depois de assistirem ao filme “The Troll Hunter” (Noruega, 2010, 90´) no cinema São Jorge, os participantes serão convidados a descer até ao laboratório do Museu da Marioneta para recriarem os mais arrepiantes trolls! Preparem-se porque isto não é para qualquer um!

UMA PARCERIA MUSEU DA MARIONETA/MOTELX

PÚBLICO ALVO: 13 aos 16 anos HORÁRIO: 14h às 17h (3ª a 6ª feira)

Saiba mais aqui!

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