Hoje na Feira do Livro de Évora

Hoje a noite (22:00h) é para desfrutar na linda cidade de Évora. A música dos Soaked Lamb, fantástica banda do multi facetado escritor/músico/ilustrador/cineasta Afonso Cruz toma hoje o palco e, espera-se, encantarão os ouvintes com os seus sons de fusão, que bebem influências principalmente no Jazz e Blues dos anos 20 a 40, décadas de ouro para a música. Com algumas pitadas de música contemporânea à mistura e até étnica, esta é uma banda que merece ser ouvida, sem pressas, sentado enquanto se desfruta de tudo o que uma noite quente tem para oferecer. Esperam-se muitos isqueiros para acompanhar a performance!

Deixo-vos a sonoridade única desta banda e depois o texto oficial de apresentação do concerto, da responsabilidade da Câmara Municipal de Évora!


22h00 – THE SOAKED LAMB (Palco)
Afonso Cruz (voz, guitarra, banjo, ukulele, harmónica e lap steel) | Mariana Lima (voz, saxofone e ukulele) | Tiago Albuquerque (trompete, clarinete, saxofones, guitarra, concertina e ukulele)  Miguel Lima (bateria e percussão) | Gito (contrabaixo) | Vasco Condessa (piano)
O nome The Soaked Lamb nasceu em 2006 da habitual ementa de domingo (ensopado de borrego) da casa onde gravaram o primeiro disco, “Homemade Blues”, um disco de música artesanal gravado ao longo de quase um ano. Para além de já terem tocado por todo o país, participaram ainda em bandas sonoras de filmes, com destaque para a longa “A Arte de Roubar” de Leonel Vieira, e em anúncios publicitários. Há cerca de um ano e meio, iniciaram as gravações do segundo disco, com características mais eclécticas que o primeiro registo da banda. É composto, exclusivamente, de 13 temas originais e totalmente gravado em estúdio apesar de ser, tal como o outro, feito à mão. Fortemente inspirados pela música americana das décadas de 20 a 40, especialmente jazz e blues, não evitaram coisas mais modernas, algumas eléctricas, e referências étnicas. As músicas foram feitas devagar, mas exibem uma panóplia de ritmos que vão da valsa ao swing. Os The Soaked Lamb não são imunes ao que se passa à sua volta, à contemporaneidade, mas preferem tocar sentados. No fundo, compõem com uma lentidão que não é nada moderna. Eles não tem tempo para ter pressa, fazem as músicas como há setenta ou oitenta anos atrás, com o cuidado de quem faz uma melodia para durar e não um ritmo para trepar os tops. Os concertos passam-se sentados, o público e a banda. Tocam a cores, mas soa a preto e branco. Todos usam chapéu, mas já houve um elemento que tocou, contra todas as regras, de sandália
s.

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