Reviews/Recensões/Críticas

Gostaria de destacar aqui três recensões (soa melhor do que críticas, embora seja português brasileiro) que li hoje, uma acerca do filme O Homem Que Queria Enganar o Diabo pela caneta da Safaa Dib; A imaginação delirante do Dr. Parnassus.

A segunda pela caneta do Rogério Ribeiro; O Evangelho do Enforcado – resenha, que como o nome indica é sobre a obra mais recente de David Soares. Pessoalmente nunca me senti atraído pela escrita deste autor, talvez devido à excessiva adulação de que é alvo, mas prometo que lá para Agosto compro um livro dele.

A terceira pela caneta da Cristina Alves; Golfinho de Júpiter – Mary Rosenblum, que trata de metade do primeiro volume duplo da Colecção Mir.

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8 respostas a Reviews/Recensões/Críticas

  1. DiAleX diz:

    Também estou curioso por esse filme do Dr. Parnassus.
    Já muito tenho ouvido falar do Evangelho do Enforcado, parece que para onde quer que olhe lá anda ele, não sei se não será um pouco exagerado…

    Aproveita e dá uma olhadela em http://www.diogonunes.com/forum, um fórum que criei dedicado a críticas de livros, cronicas, fantasia, poesia e muito mais.

    Bom trabalho😉

  2. Cátia diz:

    “Recensão” é português de Portugal. Se é também português do Brasil isso já não sei nem me interessa.

  3. Certo, queria dizer “resenha”. Perdão.

  4. “Resenha” também é português de Portugal.

  5. Ah é? Tenho que pedir desculpa a uns quantos tradutores então…

  6. Com o acordo Analfabetográfico agora é fácil confundir =) só me recordo de ver essas palavras em revistas importadas do Brasil.

  7. Tudo bem. Pode ser mais comum no Brasil, mas a palavra “resenha” não é, nem de perto nem de longe, um regionalismo. Cá temos a mania de lhes chamar “críticas”, embora 99% dos textos que se vêm por aí (em blogues, jornais, etc.) não mereçam esse epíteto.

    • Quentin Atarantado diz:

      Não concordo consigo , caro Luís Rodrigues.

      Por cá segundo tenho lido temos a mania de lhes chamar “opiniões” assim a modos que “é a minha opinião e posso dizer o que quiser que ninguém pode por em causa se não é censura” quando o que os opinativos queriam era poder escrever críticas que fossem levadas a sério, em jornais a sério e sem terem que lhe chamar opiniões.

      Mas cada lavrador lavra com o arado que tem. Uns, puxam-nos os bois, outros, os burros.

      Lá na minha terra é assim. Não é um regionalismo.

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